Eliphas Levi
Dentre os estudiosos que nos trouxeram conteúdos do longínquo passado, tempo em que viveram grandes pensadores de civilizações marcantes para serem reativadas num tempo não tão distante, está Eliphas Levi. Mas, não pense que este filósofo é tão antigo quanto os conteúdos que resgata. Eliphas Lévi era seu pseudômino. O nome de baptismo era Alphonse Louis Constant, nascido em 1810 e falecido em 1875. Foi foi um escritor e ocultista francês de notável trajetória. Chegou a ser ordenado padre, mas as suas ligações com a maçonaria e suas publicações consideradas ofdensivas à instituição que servia o levaram para à prisão e à perda dos direitos canônicos. Deixando a prisão, realizou pequenos trabalhos, principalmente pinturas de quadros, murais e colaborações jornalísticas. Mesmo com esses contratempos de sua vida material não deixou jamais de enriquecer seus conhecimentos e aperfeiçoar sua erudição. Teve como mestres grandes magos alquimistas que o iniciaram no esoterismo.
Em 1845, aos trinta e cinco anos de idade, escreveu sua primeira obra ocultista com o nome: O livro das Lágrimas do Cristo Consolador.
Com esta primeira obra desenhou a segunda, em 1854, através do livro Dogma e Ritual da Alta Magia, aquela que é a representação mais conhecida de um suposto Baphomet atribuído como ídolo dos cavaleiros templários.
O livro mais famoso, porém, foi “A chave dos grandes mistérios”, segundo ele capaz de esclarecer não todos os mistérios, mas de levar-nos mais alto e mais longe nas profundezas infinitas. Esta publicação é uma luz ou uma loucura, uma mistificação ou um monumento, dependendo do lado em que a polêmica se estabeleça.
Teve sua circulação vetada pela Igreja, o que, por si só aumenta sua importância.
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