sábado, 13 de outubro de 2012

Mistérios da Existência (I)


Perguntas

Como uma sementinha cem vezes menor que um grão de areia ao se fundir com outra sementinha também menor que um grão de areia pode dar causa a um ser humano como eu e você?
Você não gostaria de saber aonde estava antes de começar a jornada no ventre da mamãe?
Você não tem curiosidade de saber o que acontecerá depois que o coração parar de bater?
Antes da concepção e depois da morte são situações que deixam margem a muitas interrogações.
Desde que uma ciência dita positivista, também chamada de materialista e certamente evolucionista, passou a metralhar o criacionismo, focou-se na Gênese Bíblica e, por teimosia de criacionistas e cientistas, abriu-se um fosso e o diálogo foi interrompido.
Para os criacionistas nada precisa ser pesquisado, pois Deus já mandou dizer como criou o primeiro homem assim como hoje está há 7 mil anos. Para os cientistas, a humanidade teve começo ao acaso a partir das primeiras algas aparecidas nos oceanos há 3,5 bilhões de anos e depois cresceu e evoluiu.
Entrincheirados nas suas posições inflexíveis proporcionaram ambos o maior roubo intelectual de que se tem notícia: o pensamento universal teve roubada a chance de atualizar-se com aquilo que bate à nossa porta intelectual com grande veemência. Deus existe? Deus é assim ou assado? A alma é imortal? De onde viemos antes da concepção e para onde vamos depois da morte?
O povo, o chamado povão, não teve como saber, mas além da Bíblia (hebraica) e lá nas entrelinhas da sabedoria egípcia, persa, babilônica e grega, de onde judeus, gregos e romanos foram buscar muito do que escreveram e impuseram ao mundo que controlaram, havia e há notícias de muito interesse para todos nós.
Por que não vêm à tona?
Foram longe demais com certas invenções que atribuíram a Deus e agora fica difícil desmentir a Deus.
Esta postagem não propõe a defesa do criacionismo, ao menos, não, da forma como o defende a imobilizada teologia que o adota. Houve a evolução biológica, isso é inegável. E não dá para afirmar que isso provém do acaso. Há um engenheiro por trás da vida.
Esse é um dos mistérios da existência.
E não significa que nós, ignorantes de quase tudo até cerca de 400 anos atrás, devamos nos iluminar com toda a ciência de Deus apenas numa aula.
Há arrogância míope naquele segmento científico materialista quando quer dar como verdade científica o acaso como origem da vida.
Se tomássemos os textos bíblicos como obra dos homens, acabaria a discussão.
Os profetas bíblicos desconheciam, como nós, até recentemente, a questão evolucionista. As descobertas arqueológicas jogam a existência do homem sobre o planeta para muitos milhões de anos atrás.
A Teoria Evolucionista é do século XIX, cerca de 30 séculos depois de quando se presume tenha sido escrita a Lenda da Gênese.
Há quanto tempo sabemos que a Terra é redonda?
Não se podia questionar a invenção do Cosmos enquanto se desconhecia a forma geométrica do próprio planeta que habitávamos. E nós, estúpidos, fizemos isso.
Em defesa, sim, do pouco que os profetas antigos aprenderam e nos legaram, é necessário enfatizar que não pode a ciência moderna discordar de tudo se ela própria nada ensina sobre a natureza real da vida.

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