Perguntas
Como uma sementinha cem vezes menor que um grão de areia ao se fundir com outra sementinha também menor que um grão de areia pode dar causa a um ser humano como eu e você?
Você não gostaria de saber aonde estava antes de começar a jornada no ventre da mamãe?
Você não tem curiosidade de saber o que acontecerá depois que o coração parar de bater?
Antes da concepção e depois da morte são situações que deixam margem a muitas interrogações.
Desde que uma ciência dita positivista, também chamada de materialista e certamente evolucionista, passou a metralhar o criacionismo, focou-se na Gênese Bíblica e, por teimosia de criacionistas e cientistas, abriu-se um fosso e o diálogo foi interrompido.
Para os criacionistas nada precisa ser pesquisado, pois Deus já mandou dizer como criou o primeiro homem assim como hoje está há 7 mil anos. Para os cientistas, a humanidade teve começo ao acaso a partir das primeiras algas aparecidas nos oceanos há 3,5 bilhões de anos e depois cresceu e evoluiu.
Entrincheirados nas suas posições inflexíveis proporcionaram ambos o maior roubo intelectual de que se tem notícia: o pensamento universal teve roubada a chance de atualizar-se com aquilo que bate à nossa porta intelectual com grande veemência. Deus existe? Deus é assim ou assado? A alma é imortal? De onde viemos antes da concepção e para onde vamos depois da morte?
O povo, o chamado povão, não teve como saber, mas além da Bíblia (hebraica) e lá nas entrelinhas da sabedoria egípcia, persa, babilônica e grega, de onde judeus, gregos e romanos foram buscar muito do que escreveram e impuseram ao mundo que controlaram, havia e há notícias de muito interesse para todos nós.
Por que não vêm à tona?
Foram longe demais com certas invenções que atribuíram a Deus e agora fica difícil desmentir a Deus.
Esta postagem não propõe a defesa do criacionismo, ao menos, não, da forma como o defende a imobilizada teologia que o adota. Houve a evolução biológica, isso é inegável. E não dá para afirmar que isso provém do acaso. Há um engenheiro por trás da vida.
Esta postagem não propõe a defesa do criacionismo, ao menos, não, da forma como o defende a imobilizada teologia que o adota. Houve a evolução biológica, isso é inegável. E não dá para afirmar que isso provém do acaso. Há um engenheiro por trás da vida.
Esse é um dos mistérios da existência.
E não significa que nós, ignorantes de quase tudo até cerca de 400 anos atrás, devamos nos iluminar com toda a ciência de Deus apenas numa aula.
Há arrogância míope naquele segmento científico materialista quando quer dar como verdade científica o acaso como origem da vida.
Se tomássemos os textos bíblicos como obra dos homens, acabaria a discussão.
Os profetas bíblicos desconheciam, como nós, até recentemente, a questão evolucionista. As descobertas arqueológicas jogam a existência do homem sobre o planeta para muitos milhões de anos atrás.
A Teoria Evolucionista é do século XIX, cerca de 30 séculos depois de quando se presume tenha sido escrita a Lenda da Gênese.
Há quanto tempo sabemos que a Terra é redonda?
Não se podia questionar a invenção do Cosmos enquanto se desconhecia a forma geométrica do próprio planeta que habitávamos. E nós, estúpidos, fizemos isso.
Em defesa, sim, do pouco que os profetas antigos aprenderam e nos legaram, é necessário enfatizar que não pode a ciência moderna discordar de tudo se ela própria nada ensina sobre a natureza real da vida.
Os profetas bíblicos desconheciam, como nós, até recentemente, a questão evolucionista. As descobertas arqueológicas jogam a existência do homem sobre o planeta para muitos milhões de anos atrás.
A Teoria Evolucionista é do século XIX, cerca de 30 séculos depois de quando se presume tenha sido escrita a Lenda da Gênese.
Há quanto tempo sabemos que a Terra é redonda?
Não se podia questionar a invenção do Cosmos enquanto se desconhecia a forma geométrica do próprio planeta que habitávamos. E nós, estúpidos, fizemos isso.
Em defesa, sim, do pouco que os profetas antigos aprenderam e nos legaram, é necessário enfatizar que não pode a ciência moderna discordar de tudo se ela própria nada ensina sobre a natureza real da vida.
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