segunda-feira, 23 de julho de 2012

O interesse vai aumentar


013. O que realmente matou Joshua Bar Levi

Joshua Bar Levi foi o nome terreno dado a quem chamamos de Jesus Cristo. Esta pessoa foi pregada na cruz e morreu fisicamente, clinicamente. O médico que o tivesse examinado, teria atestado sua morte por “hemorragia externa, causada por ferimentos nas mãos, pés e tórax, seguida de insuficiência respiratória”. Com os crucificados ocorre que o corpo, suspenso na posição em que fica, faz pressão sobre os pulmões e estes perdem lentamente a capacidade de funcionar, asfixiando a vítima nesse processo. Para facilitar o seu retorno à vida no mesmo corpo, ainda que sem consciência disso, o centurião romano teve idéia de ferir-lhe com a lança, expelindo todo o líquido que se acumulara sobre a extremidade inferior do pulmão que inviabilizaria sua respiração.
O Messias morreu antes que os seus dois companheiros de infortúnio. Os espíritos evoluídos livram-se mais rapidamente da matéria, já sabemos. Tanto foi assim que ao saber do rápido passamento de Jesus, Pilatos mostrou-se surpreso e manifestou isso a José de Arimatéia, tio e amigo do morto, autorizando-o a rapidamente retirar o corpo (Marcos 15, 43-45). Por este motivo, não lhe foram quebradas as pernas, como aos dois outros condenados. No momento em que se quebraram as pernas dos dois outros condenados, Jesus já havia sido retirado da cruz e já estava sepultado.

 Ressurreição

Jesus depois de morto voltou à matéria? Sim! Do mesmo modo que hoje os faquires e iogues detêm poderes de anular a força da gravidade, de traspassarem seus corpos com estiletes e espadas, de permanecerem sepultados durante semanas inteiras, e de voltarem à vida plena, numa espécie de domínio da matéria, o Messias conhecia isso e o havia provado em seu prodigioso trabalho de curas e ressuscitações.
E se alguém pretender retorquir, argumentando que ele não poderia ter agido sobre si mesmo porque seu corpo estava morto, é preciso que se leia sobre um episódio relatado em Mateus 17, 1-9: Seis dias depois, tomou Jesus consigo a Pedro, e a Tiago, e a João, seu irmão, e os conduziu em particular a um alto monte, e transfigurou-se diante deles; e o seu rosto resplandeceu como o sol, e os seus vestidos se tornaram brancos como a luz. E eis que lhes apareceram Moisés e Elias, falando com ele. (...) E, descendo eles do monte, Jesus lhes ordenou, dizendo: ‘a ninguém conteis a visão, até que o Filho do Homem seja ressuscitado dentre os mortos”.
Havia mais alguém com Ele nessa tarefa. Entenderam? Nessa propositada e programada sessão de transfiguração espiritual, cujo objetivo não foi outro senão testar, na prática, o processo de energia glórica no corpo físico de Jesus, ficou evidente de como Ele sairia da sepultura: levando consigo o corpo físico. E de fato, o corpo físico de Jesus não apareceu em lugar nenhum. A sua sepultura estava vazia na manhã seguinte, como já nos referimos.
Sobre a hipótese de existir uma sepultura em Kashmyr, na Índia, à qual os muçulmanos atribuem a glória de hospedar os restos mortais de Jesus, ainda que faltem pesquisas a respeito, é um fato perfeitamente possível de esclarecimento, embora difícil de aceitar por algumas pessoas e setores. Cumpridas as escrituras e chegada a hora do Espírito Superior que habitou em seu corpo, voltar às origens, Jesus retornou ao plano divino (e, por que não?), tendo Ele deixado para os kashmirenses a honra de guardarem os seus restos materiais.
Por uma dupla ironia desse grande concerto cósmico onde a Terra se insere e onde nós também nos inserimos, a Palestina e Kashmyr, em plena virada do século XXI, estão metidas no centro de conflitos internacionais que podem ter graves conseqüências para a humanidade terrena: Índia e Paquistão, por razões culturais e econômicas estão a um passo de uma guerra nuclear, tendo a pequena Kashmyr como centro das hostilidades preliminares; Israel e Palestina disputam as terras de Jerusalém e têm entre si a guerra que conhecemos.

Glória

Ao contrário do que afirmam e escrevem alguns ingênuos, nem Jesus e nem outro qualquer santo subiu para o plano divino com o corpo físico ocupado na terra, nem mesmo aqueles que possam ter sido levados por naves espaciais, discos voadores, pois estes não terão ido para o plano divino e sim para um outro planeta. Jesus sempre disse que voltaria para junto do Pai, e até figuradamente falava em sentar-se à mão direita de Deus, termo que poderia ter mais que um entendimento, mas que, certamente, aludia a que em seu grau os ministros do rei se sentam à direita do soberano. E foi o Seu espiritual superior que subiu, não sem antes passar por uma espécie de filtro capaz de purificar-se e desmaterializar-se, numa tão ou mais dolorosa e delicada operação em relação à que o investiu no corpo material, como ainda se dirá. Acontece assim com todos os espíritos. Não é assim que ensinam os estudiosos desse assunto?
“Tudo está consumado”, foi a última frase do homem Jesus, pregado na cruz. Um pouco antes dissera Ele: “Eli, Eli, lamma sabachthani!” que, em grego quer dizer uma coisa e em hebraico outra. No primeiro caso: “Meu Deus, meu Deus, por que me abandonastes!” No segundo caso: “Meu Deus, meu Deus, quanto me glorificais! Glorificar, sim! Energizar o corpo com a energia glórica. Jesus não teria porque falar a língua grega em meio aos de língua hebraica. Ele estava em Jerusalém, onde se falava hebraico. Os tradutores da Bíblia ao traduzirem-na primeiro para o grego ou latim e depois para o português ficam devendo-nos as explicações de que necessitamos.
        
Astronomia

Outro fato a esclarecer: a citação bíblica da escuridão que se abateu sobre Jerusalém naquela sexta-feira, entre a sexta e a nona hora (do meio-dia às três horas da tarde), no exato momento em que se verificava o sofrimento e a morte de Jesus na cruz, tem uma explicação.
Os caldeus conheciam astronomia e já tinham confirmado os eclipses anulares do sol a cada 6.585 dias e um terço (8 horas), ou 18 anos julianos e 11 dias, repetidos exatamente sobre a mesma região. A astronomia ensina que podem ocorrer até cinco e no mínimo dois eclipses totais do sol por ano, visíveis em apenas algumas faixas do planeta e nunca com duração maior que 7 minutos e 58 segundos.
Se o autor bíblico foi fiel e se referiu a um eclipse total do Sol com duração de três horas, a coisa é muito séria. Para isso, a Terra teria que ter parado por cerca de 2 horas e 52 minutos. Isso, porém, teria sido catastrófico. O autor pode ter-se referido que o eclipse ocorreu. Como ele não sabia a hora exata, afirmou ter sido entre a sexta e a nona hora. Duração do eclipse: 7 minutos e 58 segundos. Houve a noite? Sim!
O autor bíblico também fala em terremoto. Poderia uma camada de poeira ter ofuscado a luz do sol?  A geologia poderia esclarecer. Por que não faz? A resposta parece óbvia.  

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