terça-feira, 17 de julho de 2012

A marcha não pára


007. As coisas vão se encaixando

Os profetas da atualidade estão repetindo o que o Profeta Jesus informou: viria depois dele, que foi o introdutor da Doutrina do Espírito, outro mediador para terminar de dizer ao povo, aos gentios, à gente sofrida, trabalhadeira, não instruída, aquilo que os doutores já sabiam.
O Profeta Jesus deveria estar ciente de que com a difusão da imprensa abatidos os males que esta mesma imprensa poderia produzir, lentamente a consciência iria chegar e praticamente 100% das pessoas têm acesso a muitas informações, umas aprisionadoras, outras libertadoras.
Enfim, consciência é isso: o alargamento da área iluminada para que o ser possa identificar o que há em seu mundo. Veja: o ser deve ter o poder de identificar por ele mesmo e não ficar ouvindo a voz dos intérpretes de plantão. É diferente uma consciência adquirida de uma consciência desenvolvida. A primeira vem de fora. A segunda tem autoria íntima.
No caso do brutal desvio da realidade espiritual promovido pelas igrejas cristãs desde que Roma chamou o réu por ela abatido como bandido para seu ídolo religioso, uma imensidão de pessoas passou a ter seu processo cultural viciado pelos dogmas inventados e nunca coerentes com a Doutrina do Espírito, trazida por Jesus.
Mas, esse tempo acabou. Os leitores viram no artigo anterior (de nº 6), que os padres lidam com a dimensão espiritual. Existem missas espirituais sendo celebradas à revelia do Vaticano. Existem padres médiuns de excelente qualidade aplicando passes nas sacristias das igrejas. O arcebispo Élder Câmara ditou psicograficamente um livro que pode ser adquirido nas livrarias.
As coisas vão se encaixando. Primeiro ao admitir-se a comunicação dos espíritos transmitindo aos profetas (médiuns) de hoje os ensinamentos de outras dimensões da vida, a compreensão religiosa mudará de freqüência. Tão logo isso passe a ser permitido, virá a segunda fase, a fase da compreensão da reencarnação como algo inerente à vida.
Será nosso próximo tema.

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