Os
equívocos da cultura dos imperadores
A
grande arrancada do Conhecimento Sagrado iniciou-se na Grécia nos últimos 600
anos antes de Cristo e ali mesmo foi sufocado pelo Império Helênico a partir de
Alexandre – o Grande – e seus sucessores. Numa ânsia assassina de poder e
conquistas, os imperadores invasivos, todos eles, passando por Napoleão e culminando
com os reinos que dominaram o Novo Mundo descoberto por Colombo, repito, todos
eles foram submetendo pessoas e trucidando outras que não se submetessem a eles
ou pudessem representar obstáculos à sua dominação.
Incluo
nesta lista o mais antigo dos impérios ocidentais, a Igreja de Roma.
Por
conta de sua ânsia dominadora, mandaram escrever nos livros de história do
mundo que haviam descoberto a América, em 1492. Descobriram coisa nenhuma.
Invadiram. O continente se encontrava habitado por 80 milhões de almas e
possuía uma cultura em vários aspectos superior à cultura europeia. Não havia
desenvolvimento em áreas que para eles não havia interesse. E o seu interesse
era maior quanto ao Conhecimento Sagrado e quase nada nas questões bélicas,
marítimas e econômicas.
Nada
ou quase nada restou de sua cultura justamente porque o invasor não tinha outro
interesse, queria apenas a riqueza do novo continente. A
expansão promovida inicialmente pelos europeus, a partir do século XV, sobre a
égide do capitalismo que se afirmava, foi um meio doloroso que, como um difícil
parto, trouxe à luz a aldeia global. Aldeia global que não temos e dificilmente
teremos enquanto perdurar a mesma mente dominadora e invasora.
Somos diferentes, como diferentes
são as pessoas dentro de uma mesma família. O único traço comum é o caminhar
para Deus, a que estamos condenados e que muita gente ignora.
O
saber antigo
Os povos antigos da América
sabiam de ciclos de tempo, que regem a dinâmica histórica dentro da perspectiva
cósmica e anunciam que, cumprida uma expansão vem uma recessão. Quem não
respeita esse pêndulo, faz guerra para escapar dele e se afoga no próprio
sangue.
Quando Colombo chegou à baía de
Guanahani, em 1492, fechava-se um ciclo Pachacuti de 500 anos e estava
iniciando um novo. O que veio era de Yang, masculino da civilização ocidental,
industrial, capitalista, urbana e individualista e materialista, uma inversão
da polaridade histórica que estava ocorrendo.
Desde 1992 abriu-se o tempo de novo Pachacuti, Yin, feminino, amoroso, intuitivo e solidário, um retorno às culturas arcaicas como um chamado, inclusive anunciado através das inúmeras profecias indígenas que previam a pacificação do branco e a tolerância e união dos povos.
Desde 1992 abriu-se o tempo de novo Pachacuti, Yin, feminino, amoroso, intuitivo e solidário, um retorno às culturas arcaicas como um chamado, inclusive anunciado através das inúmeras profecias indígenas que previam a pacificação do branco e a tolerância e união dos povos.
A resistência, como ocorre nos
Estados Unidos com a eleição de Trump, é o estertor da morte do tempo velho,
uma espécie de acelerador para que o tempo novo chegue mais rápido.
Na Profecia do Arco-Íris, de
tribos da América do Norte, os seres humanos irão se reconhecer como irmãos,
gerados em um sublime e divino ato de amor pela mãe-terra, Pachamama e pela
humanidade.
O espetáculo de solidariedade
havido pelos mortos do acidente que matou quase todos os ocupantes do avião que
transportava a equipe da Chapecoense, é algo que há 20 anos não seria pensado.
Agora é.
Existe uma profecia tibetana que anunciou a invasão chinesa e o deslocamento da polaridade energética planetária do hemisfério norte - que tinha na região do Himalaia sua fonte irradiadora no monte Everest (de 8.848m de altitude) – , para a região da Cordilheira dos Andes, na América do Sul, tendo o Aconcágua (com 7.021 metros de altitude), como seu pico sagrado de energia planetária.
Surpreendentemente, os pontos mais altos dos dois hemisférios do planeta, representados pelo Aconcágua, no sul, e Everest, no norte, encontram-se ambos entre as latitudes 20º e 40º (sul e norte). Além disso, enquanto a cordilheira do Himalaia segue as longitudes de 70º a 90º leste, a cordilheira dos Andes está entre 60º e 80º de longitude oeste.
Também não deixa de ser surpreendente que uma profecia idêntica tenha sido revelada a um xamã do povo Maia dos altiplanos da Guatemala, pelos anciões deste mesmo povo. Sem conhecer o mapa mundi, os anciões indicaram o Tibet e revelaram que dali partiu a corrente energética que deve percorrer a coluna vertebral do planeta - representada por cadeias de montanhas - passar pela China, subir a parte oriental da Rússia, atravessar para o Alaska e dali "descer" pelas montanhas rochosas na América do Norte até o México, seguindo pela Guatemala até chegar ao Aconcágua. Tudo para ativar os centros energéticos da Pachamama.
Atualmente muito já se sabe e foi difundido sobre as tradições e sabedoria dos povos orientais como chineses, hindus, japoneses e tibetanos; porém, coerente com a ideia de alternância de polaridades, a cultura ameríndia deve ser resgatada e reexaminada; não para substituir os ensinamentos e tradições de outros povos, mas somar a esses, num processo dialético para estabelecer a síntese de uma cultura planetária comprometida com a Terra e com as gerações futuras de seres humanos.
Existe uma profecia tibetana que anunciou a invasão chinesa e o deslocamento da polaridade energética planetária do hemisfério norte - que tinha na região do Himalaia sua fonte irradiadora no monte Everest (de 8.848m de altitude) – , para a região da Cordilheira dos Andes, na América do Sul, tendo o Aconcágua (com 7.021 metros de altitude), como seu pico sagrado de energia planetária.
Surpreendentemente, os pontos mais altos dos dois hemisférios do planeta, representados pelo Aconcágua, no sul, e Everest, no norte, encontram-se ambos entre as latitudes 20º e 40º (sul e norte). Além disso, enquanto a cordilheira do Himalaia segue as longitudes de 70º a 90º leste, a cordilheira dos Andes está entre 60º e 80º de longitude oeste.
Também não deixa de ser surpreendente que uma profecia idêntica tenha sido revelada a um xamã do povo Maia dos altiplanos da Guatemala, pelos anciões deste mesmo povo. Sem conhecer o mapa mundi, os anciões indicaram o Tibet e revelaram que dali partiu a corrente energética que deve percorrer a coluna vertebral do planeta - representada por cadeias de montanhas - passar pela China, subir a parte oriental da Rússia, atravessar para o Alaska e dali "descer" pelas montanhas rochosas na América do Norte até o México, seguindo pela Guatemala até chegar ao Aconcágua. Tudo para ativar os centros energéticos da Pachamama.
Atualmente muito já se sabe e foi difundido sobre as tradições e sabedoria dos povos orientais como chineses, hindus, japoneses e tibetanos; porém, coerente com a ideia de alternância de polaridades, a cultura ameríndia deve ser resgatada e reexaminada; não para substituir os ensinamentos e tradições de outros povos, mas somar a esses, num processo dialético para estabelecer a síntese de uma cultura planetária comprometida com a Terra e com as gerações futuras de seres humanos.
Nenhum comentário:
Postar um comentário