sábado, 24 de dezembro de 2016

Natal Crsitão e suas repercussões


O Jesus católico, judeu e protestante

O Natal Cristão chama-nos a refletir com Jesus.

Começo por questionar: há quem mergulhe na história da Palestina do século I de nossa era e volte de lá convencido de que Jesus não existiu de fato como o concebemos, que haviam muitos pregadores iguais ou quase iguais a ele e que juntando pedaços de uns e outros criou-se, idealizadamente, o que concentramos numa única pessoa de nosso conhecimento.

Prossigo questionando-me do que porquê os religiosos dos séculos III a XIV fizeram tantas manobras para nos convencer que Jesus não é fruto das relações matrimoniais de José e Maria e para nos dizer que Ele subiu aos céus no pleno uso do próprio corpo, depois de haver morrido na cruz e de ressuscitar e andar pelas ruas no mesmo corpo que foi cravejado por pregos da crucificação.

Subir aos céus no mesmo corpo é, pois, uma maneira de dizer que ele não voltou a morrer e não tem outra sepultura além daquela que é dada como Santo Sepulcro, em Jerusalém. Esta, então, uma sepultura de mentirinha para turista adorar?

Mas, ainda nestes questionamentos vou em frente: real ou imaginado, morto ou ressuscitado, concebido por inseminação praticada por um Arcanjo ou filho biológico de José e Maria, subido aos céus ou descido para qualquer sepultura em qualquer lugar do planeta, esse Jesus, que obviamente não nasceu em 25 de dezembro, É UM GÊNIO.

Esteve entre nós, ao que se ensina, poucos meses, falava palavras simplesmente dirigidas a pessoas comuns, analfabetas ou quase, não escreveu uma frase, seus “biógrafos” são redundantes, e mesmo assim o Judaísmo, o Islamismo, o Catolicismo e o Protestantismo o respeitam como ALGUÉM que tinha o que dizer ao Mundo. Fez o calendário universal voltar-se para Ele marcando o ano de seu nascimento como o Marco Zero de uma nova civilização. Erraram na conta, mas mesmo assim é assim.

Apesar disso, apesar de divergências entre as religiões que O Têm como um Messias, são corporações religiosas que atravessam séculos, estimularam guerras e perseguições, juntaram bilhões de adeptos. Líderes dessas comunidades religiosas continuam a pregar em seu nome, continuam a matar a favor e contra, e prosseguem.

Mas, o mais importante é que muita gente ante a proximidade do Natal Cristão se torna mais sensível, mais amorosa, mais solidária, mais pacífica.

Como explicar isso?

A gnose continua buscando estas respostas.

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