Qual a religião que não se diz
verdadeira?
As respostas sempre serão as mesmas e
iguais. Toda religião, dentre as mais de 2.000 delas se somadas às seitas,
estará em busca de fieis da mesma forma que as empresas se debatem em disputa
por clientes de preferência fiéis. Qual é, pois, a diferença entre o Mc
Donald’s e uma religião?
Esta é a prova mais que evidente que
a preocupação das religiões não é com o destino das almas de seus fiéis e sim
com o crescimento de seus orçamentos.
Para maior aberração e tristeza de
quem conhece a fundo o problema, tem representante de religião, com a maior
cara de pau, pedindo dinheiro para ser depositado à conta de Deus.
E o patrimônio dessas igrejas quanto
vale?
Sabemos a origem dessa dinheirama: os
minguados bolsos de quem pouco tem e se priva de muito para enriquecer sua
igreja.
E qual é a fala dos representantes
dessas igrejas?
Pasmem, é uma fala com mais de 2.000
anos de idade. Nada mais existiu na face da Terra desde os “escritos sagrados”
foram postos nos pergaminhos. Nada mais há para ser revelado ou descoberto.
Tudo o que a humanidade precisa saber está lá nas páginas dos escritos
sagrados.
Nada na face da Terra se alterou
desde que os profetas escreveram a Bíblia. Nenhum novo profeta apareceu. O
mundo parou lá atrás, congelou, apenas o tempo passou.
Isso é um crime contra a consciência
Toda religião que embota a
consciência de seus fiéis e os faz acreditarem que nada mais existe para ser
revelado ou descoberto além do que está escrito na Bíblia, comete um crime
contra a consciência de seus fiéis. Claro, óbvio, não temos leis para uma série
de crimes, inclusive aquele crime do pastor que pede depósitos à conta de Deus
(seria estelionato?) e muito menos temos leis que possam punir o crime contra a
consciência. Não temos essas leis justamente porque os próprios governos
cometem esse crime quando derrubam os índices do desenvolvimento educacionais
porque preferem eleitores semianalfabetos frequentando as urnas a cada dois
anos.
Existe um jeito diferente?
Já me perguntaram se seria possível
criar métodos capazes de mudar esse quadro. Sim, quando a alma das vítimas
pedir socorro. Fora disso é difícil. O escravo só deixará de ser escravo quando
se dá conta de que está escravizado.
Existe uma palavra que nos permita
designar o saber Universal e Objetivo capaz de iluminar as sombras na mente de
um escravo pela consciência?
Existe alguma expressão que nos remeta à Inteligência Cósmica e Atemporal capaz de apenas respeitar os escritos sagrados como registros do que passou e não para serem tomados como leis atuais e futuras?
Existe alguma expressão que nos remeta à Inteligência Cósmica e Atemporal capaz de apenas respeitar os escritos sagrados como registros do que passou e não para serem tomados como leis atuais e futuras?
Sim! Herdamos dos gregos a palavra
bendita: "GNOSIS"
Gnosis (ou gnose) é, portanto,
"Conhecimento" que pode ser “Sagrado” e, novamente, conhecimento
direto, experiência vívida para quem despertou sua Consciência. Tomemos
consciência, simbolicamente, como aquele olho que se vê a si mesmo. Não só se
vê, julga, incentiva, entusiasma, instrui e desenvolve.
Não somos muitos homens e mulheres que
possuem esse poder na hora atual justamente porque tudo ficou por muito tempo
terceirizado e entregue a corretores e despachantes de deuses que aceitam
dinheiro depositado em suas contas, deuses que toleram que seus corretores e
despachantes mintam descaradamente e explorem a credulidade de milhões de
pessoas ingênuas.
Mas nem sempre foi assim.
Na mesma Grécia de onde nos vem o
termo gnose existiram homens sábios que estavam à frente de seu tempo, mas
foram perseguidos e executados. Alguns deles sobreviveram na clandestinidade,
se esconderam, esconderam seus escritos, que agora começam a ser encontrados e
não podem mais ser guardados nos mosteiros e bibliotecas restritas. Então vêm à
luz e causam espanto.
Como foi que conseguimos ficar por
tantos séculos mergulhados na escuridão da ignorância? É porque alguém escondeu
a lâmpada.
Agora, com as primeiras luzes tornando um pouco mais claro o ambiente, muitos são os interessados em demonstrar como as Civilizações Avançadas do passado (egípcios, alexandrinos, essênios, maias, druidas, incas, tibetanos, etc.) souberam viver os fundamentos gnósticos sobre os quais se levantaram e, como também, degeneraram e desapareceram quando ou se afastaram da Gnosis ou foram trucidados.
Agora, com as primeiras luzes tornando um pouco mais claro o ambiente, muitos são os interessados em demonstrar como as Civilizações Avançadas do passado (egípcios, alexandrinos, essênios, maias, druidas, incas, tibetanos, etc.) souberam viver os fundamentos gnósticos sobre os quais se levantaram e, como também, degeneraram e desapareceram quando ou se afastaram da Gnosis ou foram trucidados.
Estes saberes constituem um
verdadeiro Patrimônio Universal da Humanidade, guardados nos riquíssimos
testemunhos Artísticos, Científicos, Filosóficos e Místicos das Grandes
Culturas. Testemunhos escritos em uma linguagem simbólica que a antropologia
moderna ainda não soube desvendar por estar desligada dessa Fonte.
Mas, como argumentar a favor desses
escritos se linhas atrás estávamos a criticar o uso exacerbado dos escritos
sagrados bíblicos? Simples. Aqueles não foram adulterados. Embora antigos, são
fontes para alicerces de novas e futuras descobertas, enquanto os escritos
bíblicos apenas contam o que foi.
A Antropologia Psicoanalítica com a
qual a Gnosis trabalha permite extrair de cada pedra, música, hieróglifo,
escultura, ruína ou texto sagrado os Valores Universais que orientaram de fato as
grandes Civilizações do passado em seus momentos de apogeu. E que podem trazer
orientação na atual crise de valores e de destino da nossa sociedade.
A Sabedoria Universal e Eterna e é um
fato
que nossa Sociedade não soube encontrar,
que alguns podemos vir a apreciar
e que realmente, poucos irão incorporar
(do latim in-corpore: no corpo, ou seja, fazer carne).
que nossa Sociedade não soube encontrar,
que alguns podemos vir a apreciar
e que realmente, poucos irão incorporar
(do latim in-corpore: no corpo, ou seja, fazer carne).
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